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29/04/2022 às 01h48 Redação Você está aqui: Home / Nacional Imprimir postagem

Último dia da XXIII Marcha a Brasília é marcado por homenagem às vítimas da Covid

A XXIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, organizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), foi encerrada nesta quinta-feira (28/4), com homenagem às vítimas da Covid-19. O evento, que contou com cerca de 3 mil prefeitos, mais de 250 deles, baianos, teve papel essencial para o fortalecimento dos municípios e na luta pelo acolhimento das demandas apresentadas pelos gestores das cidades brasileiras.

Para o prefeito Elinaldo Araújo, participar da iniciativa é agregador, pois além de pôr importantes pautas em discussão, há espaço para adquirir mais conhecimentos, com a troca de experiências entre os gestores municipais. “Esses três dias foram fundamentais para a luta municipalista, os prefeitos mostraram sua força e apresentaram à Câmara dos Deputados, ao Senado Federal e à União, as nossas bandeiras e a necessidade urgente dos municípios brasileiros”, afirmou o gestor.

Na manhã de hoje, o evento contou com um fórum de vereadores, uma palestra sobre os desafios do Sistema Único de Saúde (SUS) e da assistência social no pós-pandemia. “Aos prefeitos, cabe a responsabilidade de ajudar as pessoas neste período difícil do pós-pandemia, e trabalhar para que os serviços de saúde, principalmente a preventiva, que foi tão afetada no momento pandêmico, seja estabilizado. Já a assistência social tem sido crucial, pois nesta conjuntura tem amparado às famílias. Precisamos, ainda mais, do apoio da União neste sentido, para que esse trabalho seja ampliado”, concluiu o prefeito.

A principal bandeira da marcha foi a redução da alíquota das contribuições sociais, e o objetivo de sensibilizar o congresso foi alcançado. A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) está em fase de coleta de assinaturas e para garantir a tramitação, deve-se alcançar, até esta quinta-feira (28/4), a totalidade das 171 manifestações de apoio. “Considerando que as prefeituras não conseguem arcar com a alíquota atual e estamos propondo reduzir para 10%, com desconto em folha. Se tudo der certo, as prefeituras vão sair desse ciclo de endividamento e, com a adimplência, o governo federal passará a arrecadar cerca de 3% a mais”, concluiu Zé Cocá, presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB).


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